• Carta 10 3

Carta Cardinal 10 – Value investing diante de incertezas política e econômica

Apresentamos aqui como tratamos incertezas políticas e econômicas em nossa estratégia de value investing. É em momentos de estresse como o atual que o gestor de fundo é testado em dois aspectos: se está mantendo a disciplina de seu processo e se está evitando se tornar refém dos vieses de comportamento. Discutimos algumas reações de investidores que costumam aparecer em momentos de incerteza – surgindo novamente agora – que consideramos falaciosas numa estratégia de value investing.

  • Carta 9 - 03

Carta Cardinal 9 – Qual o melhor momento para investir em ações?

Ao longo dos ciclos do mercado de ações (mercado em alta ou em baixa), o comportamento dos investidores em relação ao melhor momento para investir costuma se alternar entre dois polos. Em um, eles afirmam: “não é o melhor momento, pois o CDI ainda está alto e a economia em recessão.

  • Engrenagem sem marca d'agua2

Carta Cardinal 8 – Profarma: Efeito Volante

Esta carta complementa a discussão da Carta Cardinal 7, cujo tema central foi a análise de empresas de alta performance, detalhando os elementos que as caracterizam. Aqui, focamos em Profarma, que entendemos estar no desabrochar de uma alta performance, uma vez que acaba de consolidar suas bases da estratégia de modelo misto de distribuição de medicamentos e drogarias. Concebida por volta de 2010, vem sendo implementada com sucesso até aqui.

  • ovo

Carta Cardinal 7 – Olimpíadas, legado e value investing

O legado das Olimpíadas é tema polêmico. Imprensa e mercado financeiro o associam a impactos positivos na economia – investimento, crescimento. Falácia. Isso é marginal, especialmente num país das dimensões brasileiras. Do outro lado, destaca-se o legado econômico negativo: infraestrutura subutilizada, estádios e arenas que se tornam elefantes brancos, má alocação de gasto público.

  • buy-buy-sell-sell

Carta Cardinal 6 – Oh Yeah! Oh No!

A estratégia que seguimos na Cardinal Partners é a de value investing, que, por definição, foca no longo prazo e pode passar por situações de perdas momentâneas, causadas pela volatilidade de preços. Portanto ela é contrária a essa natureza instintiva do cérebro humano.

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Carta Cardinal 5 – Como crescer na recessão?

Uma questão fundamental que se coloca atualmente para as empresas brasileiras, e para nós – investidores em empresas brasileiras – é: como crescer na recessão?

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Carta Cardinal 4 – Dogma em value investing: ignorar o macro (Parte II)

Apresentamos nesta carta as implicações para nossa estratégia de investimento do cenário político-econômico dos próximos anos que delineamos na Carta Cardinal 3

  • Macro 1

Carta Cardinal 3 – Dogma em value investing: ignorar o macro (Parte I)

A teoria de value investing, que seguimos, apresenta alguns dogmas que não consideramos em nosso processo de investimento. Um deles é a ideia de que o investidor deve ignorar cenários macroeconômicos e políticos, focando exclusivamente no “bottom up”, ou seja, em aspectos específicos da empresa.

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Carta Cardinal 2 – O Pêndulo do Sentimento do Investidor

Em nossa segunda carta, discutirei sobre o pêndulo do sentimento do investidor, conceito que usamos intensamente em nosso processo de investimento na Cardinal Partners. Como disse em nossa Carta Cardinal 1 (“Apresentação”), é importante fazermos aquilo que acreditamos e da forma que acreditamos.

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Carta Cardinal 1 – Apresentação

É uma satisfação comunicarmo-nos em nossa primeira carta da Cardinal Partners. Os que nos leem dividem-se necessariamente em dois grupos: os que já são nossos sócios financeiros; e os que não o são, mas de alguma forma se interessam em dialogar conosco.

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