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Carta Cardinal 11 – Estratégia ≠ Eficiência Operacional

Um equívoco recorrente das empresas é confundir estratégia com eficiência operacional. Discutimos o que os diferencia, bem como os vasos comunicantes entre eles. Apresentamos um caso concreto: Portobello.

  • Carta 10 3

Carta Cardinal 10 – Value investing diante de incertezas política e econômica

Discutimos aqui como tratamos incertezas políticas e econômicas em nossa estratégia de value investing. É em momentos de estresse como o atual que o gestor de fundo é testado em dois aspectos: na disciplina de seu processo e na vigilância para evitar se tornar refém dos vieses de comportamento. Apresentamos algumas reações de investidores na incerteza atual, que consideramos falaciosas numa estratégia de value investing.

  • Carta 9 - 03

Carta Cardinal 9 – Qual o melhor momento para investir em ações?

Abordamos esta questão explicando como os vieses humanos atrapalham a decisão de investimento, geralmente provocando perdas. Pesquisas mostram a maioria dos investidores comete três equívocos: vendem no pânico, compram na euforia e tentam adivinhar se o mercado subirá ou cairá nos meses seguintes, comprando ou vendendo, respectivamente. É o inverso da decisão racional de “comprar barato e vender caro”.

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Carta Cardinal 8 – Profarma: Efeito Volante

Esta carta complementa a discussão da Carta Cardinal 7, cujo foco foi a análise de empresas de alta performance. Aqui, focamos em Profarma, que entendemos estar no desabrochar de uma alta performance. Em 2016, ela consolidou suas bases da estratégia de modelo misto de distribuição de medicamentos e drogarias.

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Carta Cardinal 7 – Olimpíadas, legado e value investing

Focamos em empresas de alta performance, fazendo um paralelo com atletas olímpicos medalhistas. Qual a diferença entre atletas olímpicos medalhistas e os demais? E entre empresas de alta performance e as demais? O que fazem a mais, ou diferente?

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Carta Cardinal 6 – Oh Yeah! Oh No!

Discutimos os vieses humanos, analisando como eles atrapalham nossas decisões de investimento e trazem-nos a dificuldade de pensamos ciclicamente. Em seguida, detalhamos nossa análise do ciclo econômico brasileiro, usando nosso Indicador Antecedente Cardinal (IAC) para explicar em que momento do ciclo acreditamos estar.

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Carta Cardinal 5 – Como crescer na recessão?

O que é estratégia? Qual sua relação com vantagens competitivas? Exploramos estes temas, apresentando exemplos de uma boa estratégia e uma má, finalmente detalhando um caso de boa estratégia: Arezzo & Co. Em síntese, demonstramos que a empresa com boa estratégia cresce mesmo na recessão.

  • MACRO 2

Carta Cardinal 4 – Dogma em value investing: ignorar o macro (Parte II)

Esta carta é a continuação da anterior. Aqui, mostramos a implicação das considerações econômica e política que discutimos para nossa estratégia de investimento. No final, apresentamos o caso de Itaú e como ele se encaixa neste contexto.

  • Macro 1

Carta Cardinal 3 – Dogma em value investing: ignorar o macro (Parte I)

Um dos dogmas em value investing é ignorar o macro. A conduta que seguimos na Cardinal Partners é definir grandes tendências econômicas e políticas num horizonte de três anos, usando-as como ferramenta auxiliar permeando nosso processo de decisão de investimento.

  • Pêndulo 1

Carta Cardinal 2 – O Pêndulo do Sentimento do Investidor

Apresentamos o conceito do pêndulo do sentimento do investidor que usamos na Cardinal Partners. Mostramos sua medição empírica num período de cinco anos, seguida das impressionantes conclusões. Por fim, discutimos um caso concreto no qual usamos este conceito: Alpargatas. O resultado foi a geração de um atrativo retorno do investimento.

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Carta Cardinal 1 – Apresentação

Apresentamo-nos, explicando o que fazemos, por que fazemos do nosso jeito e alguns dos valores que seguimos.